Offline
Menu
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/ea217fd82589dfde64dbbc7b57c61b30.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/27cb1a41653f9e857ebe441ac0b84a02.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/600b8f71a63deaf57474739169189008.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/65f4825cf5dca1581b91c764351af284.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/9b75a097aef54d804e291efec1f8971f.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/1515bbefa83c759e2e85999d27211859.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/2f4390e64288f19213735842008db8e2.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/961c1f369d1da81c06aba6ebd77dcc04.jpeg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/3ee6bf076fde6de4b1da719d6c3e9b23.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/ba89d01b673f482b23a74ab9d887c549.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/8a1a320f81d5069a08f1265f0911a3e9.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/4904f7503f07e49a01348edc350bb430.jpg
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/92ed9ac76ca130520d2548b8f4be22c5.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/40afb3bb9c7f83718b988000d58482ec.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/c0570952f87d628b41e6b195365e5c30.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/a2fd3fd812c68f2a53fa2961a222db78.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/251213/slider/4f6e11eee415852633615de7d09381a1.jpeg
Maior campeã paralímpica, Carol Santiago aprova testes para 2028
Nadadora reduziu programa de provas individuais e brilhou em Mundial
Agência Brasil - Por Lincoln Chaves
Publicado em 26/12/2025 09:05
Esportes
© Wander Roberto/CPB/Direitos Reservados

A pandemia da covid-19, que adiou a Paralimpíada de Tóquio, no Japão, para 2021, comprometeu o calendário da natação paralímpica, levando atletas a emendarem quatro anos de competições importantes. Além dos Jogos de Paris (França) em 2024, foram três Campeonatos Mundiais: 2022 na Ilha da Madeira (Portugal), 2023 em Manchester (Inglaterra) e 2025 em Singapura.

A próxima temporada não prevê grandes eventos. As etapas da World Series, como é conhecido o circuito mundial anual da modalidade, e os Jogos Parasul-Americanos, nas cidades colombianas de Valledupar e Agustín Codazzi, serão os principais desafios de 2026. O que não quer dizer que será um ano mais leve no planejamento da Paralimpíada de Los Angeles (Estados Unidos). Quem garante é Maria Carolina Santiago, principal nome da natação paralímpica feminina do país, em entrevista à Agência Brasil.

“Na nossa preparação, [2026] será bem importante para fazermos a base do que queremos construir de velocidade e resistência para os Jogos. Testando bastante coisa, estando o mais próximo que pudermos controlar para não sairmos do que já sabemos que funciona. Então, com certeza, vamos aproveitar as competições para testarmos o programa”, disse a nadadora pernambucana, de 40 anos.

Carol nasceu com uma alteração na retina chamada Síndrome de Morning Glory, o que a coloca na classe S12, para atletas com baixa visão, intermediária entre as três voltadas a deficientes visuais. Ela migrou da natação convencional em 2018 e rapidamente se tornou um dos maiores nomes da modalidade adaptada. São dez medalhas, seis de ouro, em somente duas Paralimpíadas (Tóquio e Paris), que fizeram da pernambucana a maior campeã paralímpica do país e a segunda mulher com mais pódios nos Jogos, três a menos que a velocista Ádria dos Santos.

Em Paris, Carol foi ouro nos 50 e 100 metros (m) livre e nos 100 m costas e ainda conquistou duas pratas (100 m peito e revezamento 4x100 m livre). No planejamento para o ciclo de Los Angeles, a nadadora e seu treinador, Leonardo Tomazello, optaram por reduzir o programa de provas individuais de seis para três, priorizando aquelas em que esteve no topo do pódio na capital francesa.

A estratégia, ao menos em 2025, deu certo. No Mundial de Singapura, a pernambucana repetiu os ouros de Paris, com direito a tricampeonato dos 100 m costas e tetra nos 100 m livre, e ainda conseguiu um quarto topo de pódio, no revezamento 4x100 m medley, e uma prata no revezamento 4x100 m livre. Não à toa, foi eleita a atleta feminina do ano no Prêmio Brasil Paralímpico pela quarta vez, a segunda consecutiva, isolando-se como maior ganhadora do troféu entre as mulheres.

“Posso dizer que foi o ano mais difícil desde que entrei no movimento paralímpico, mas conseguimos transformar as dificuldades em desafios, enfrentar, vencer e performar, como performamos no Mundial”, comemorou Carol.

“O primeiro ano [após os Jogos] é sempre importante. Era um ano de Mundial, em que você pode avaliar exatamente o ponto em que está na preparação. O Mundial é o que temos mais próximo de uma Paralimpíada. Então, avalio [o desempenho] como um pontapé inicial bem dado”, finalizou a multicampeã.

Fonte: Agência Brasil
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Agência Brasil.
Comentários